História Cronológica de Divinópolis

Pesquisa do Acadêmico Elizeu Ferreira

 Nossa história gira, em torno de uma pessoa que se tornou lendária por todos. É ele o famoso “CANDIDÉS”, falado e cantado por todos os cantos. Era ele índio ou Emboaba?

Patriarca Francisco Machado Gontijo, Pedro Xavier Gontijo e Christovan Teixeira, o e todos os que viveram o início de nossa Divinópolis nos relatam que “Candidés”, Manoel Fernandes Teixeira era de fato da família dos Emboabas, que eram fugitivos da “Guerra dos Emboabas”. O certo é que no princípio foram eles os fugitivos que povoaram a terra das ita-pissiricas (pedras escorregadias). Pois foram eles os Candidés, que por volta de 1767 iniciaram a construção da Capela do Divino Espírito Santo e São Francisco de Paula no lugarejo. 

Em 1770, Manoel Fernandes Teixeira fez a doação de 40 alqueires de terras e provisão à referida capela. Segundo o Padre Hilton de Souza, foi criado o Curato em 1775, quando o lugarejo chamado Itapecerica, que posteriormente veio a chamar Espírito Santo da Itapecerica. Demonstrando assim que o lugar já tinha um referencial.

 

1710 – O Governador de Minas – Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho intima os participantes da Guerra dos Emboabas, que estavam nas condições de fugitivos a se afastarem de Minas.

Conta–se que estes fugitivos foram chamados de “Candidés”, (tinham esse nome terem vindo de Canindé no Ceará para Minas a procura de ouro).  Depois de muito andarem fugindo pelas bandas da “Picada de Pitangui” se instalaram no lugar próximo a Ponte dos Tropeiros, que era feito de paus roliços no Rio Itapecerica, o qual recebeu o nome de Passagem da Itapecerica. Tal ponte ficava pouco acima da ponte de ferro da FCA.

 

 

 

 

1711 – O lugarejo de Itapecerica pertenceu à Sabará até 1744.

 

1715 – Conta a história, que existia uma venda junto a uma ponte chamada Ponte dos Tropeiros, que fornecia alimentação para aqueles que por aqui transitavam. Essa ponte se localizava pouco acima de onde hoje existe a ponte de ferro nas mediações do campo do Guarani.

 

 

1737 – É construída uma capela em honra ao Divino Espírito Santo e São Francisco de Paula, cumprindo a promessa de que quando fossem anistiados construiriam a tal capela perto de onde hoje é o asilo dos velhos.

 

1744 – Espírito Santo da Itapecerica passou a pertencer a Vila de São José do Rio das Mortes (Tiradentes) até 1758.

 

1758 - O lugarejo do Espírito Santo passou a pertencer a Pitangui até 1847.

 

1770 – Manoel Fernandes Teixeira, um dos “Candidés” faz uma doação de 40 alqueires de terra e lote com casas à capela do Divino Espírito Santo e São Francisco de Paula, passada em Cartório em Mariana.

   

1775 – Sr. Manoel Lopes Caetano, fazendeiro do Macuco financiou e construiu a construção da Capela  do Divino Espírito Santo e São Francisco de Paula no lugar  onde veio a chamar Largo da Matriz.

 

 

 

 

1785 – O Prof. José Carvalho Trindade que era natural de Formiga foi ordenado a padre e foi primeiro Padre do lugarejo.

 

SÉCULO XIX

    

1813 – No dia 15 de novembro nasce na Mata dos Coqueiros um dos grandes homens de nossa terra, ele Capitão Domingos Francisco Gontijo. Foi ele quem idealizou construção do casarão onde abriga hoje o museu de nossa terra, mas não se sabe a data de sua construção, o que sabemos é que duzentos escravos trabalharam em sua construção e que demorou quarenta dias para ficar pronto.

Neste ano é feito o primeiro levantamento (censo) demográfico do povoado do Espírito Santo que constou com 1154 pessoas. 

 

1815 – A história conta que o Sr. Francisco da Costa Gontijo nesta época em de carro de boi, fazia o trajeto do Espírito Santo da Itapecerica até a Barra do Pirai no rio de Janeiro, levando toucinho e outras coisas produzidas no lugar, e na volta trazia principalmente sal.

 

 

 

 

1824 – Houve a maior seca que jamais foi vista na região, durou mais de dois anos.

 

1830 – Aconteceu o grande incêndio da capela da Matriz, no dia 23 de maio.

 

1833 – É criada a primeira agencia postal no lugarejo.

 

 

 

 

1834 – É concluída a reconstrução da Matriz, sob o comando de Padre Felício Flávio dos Santos.

 

 

 

 

1839 – É criado o Distrito do Espírito Santo, pela Lei Provincial nº 138 de 03 de abril do referido ano e pela Lei estadual de 14 de setembro de 1891 foi elevado à categoria de Paróquia.

 

1840 – Nasce no Distrito Espírito Santo da Itapecerica, e brilhou na Vila de Henrique Galvão, se fez grande em Divinópolis, pois nasceu uma estrela de primeira grandeza Francisco Machado Gontijo, seu nascimento se deu aos 25 de março deste ano.

 

 1841 – No dia 7 de abril deste ano, cria-se a Freguesia.

 

1844 – Assume a Freguesia o Padre Francisco Guaritá de Pitangui.

 

1845 – É construída pelo Capitão Domingos Francisco Gontijo a ponte de madeira sobre o Rio Itapecerica, que liga o Bairro Niterói sobre a Cachoeira Grande, que depois de diversas reformas em 1939 foi substituída pela ponte de cimento.

 

1847 – Neste ano o Distrito do Espírito Santo do Itapecerica passa a pertencer a Vila de São Bento do Tamanduá, hoje Itapecerica até 1912.

 

1850 – Construção da Igreja do Rosário. Neste ano aparece o nome de João Vaz de Melo, como o primeiro professor público da localidade, seguido de João Simplício em 1854, veio depois em 1857, Flavio Epifânio Pereira. Já em 1880, José Ribeiro de Andrade torna-se o professor local, ficando até 1886 quando foi substituído por Augusto Firmino Ribeiro, e em 1896 foi nomeado José Ribeiro de Andrade novamente como professor local. Quebrando uma seqüência de professores, em 1893 é nomeada a professora D. Olímpia Augusta de Morais, que lecionava unicamente para o sexo feminino.

Em 1896 foi nomeado o professor Francisco José Dias (Chico Dias), e em 1911, já no período de emancipação toma Posse à professora Hilda Guerra.

 

1851 – É construída a ponte de madeira na Cachoeira Grande, no Rio Itapecerica pelo pel Capitão Domingos Francisco Gontijo

 

1860 – Sr. José Augusto Avelar, vindo de Itapecerica, instala-se a primeira “Botica” um tipo de farmácia, no arraial.

 

1865 – O Sr. José Joaquim de Souza, transfere sua farmácia de São Gonçalo do Para, para o arraial, padre Guaritá é eleito Deputado Provincial.

 

1871 – Nasceu o gigante Antônio Olimpio de Morais, no Arraial do Espírito Santo da Itapecerica, no dia 26 de maio, fio ele primeiro Presidente de Câmara Municipal de Divinópolis.

 

1883 – Morre Padre Guaritá.

 

1884 – Padre Fernandes Barbosa de Oliveira assume a Freguesia.

 

 

 

 

1886 – Padre Américo Epifânio Pereira assume a Freguesia.

 

 

 

 

1888 – Chega ao Arraial do Espírito Santo o primeiro médico ele, Dr José Xavier Coelho.

 

1890 – É inaugurada a Estação de Henrique Galvaão , hoje Divinópolis.  Neste mesmo ano chega ao arraial do Espírito   Santo o Padre Fortunato de Souza.

 

Algumas curiosidades ligadas a Estrada de Ferro Oeste de Minas (E.F.O.M.):

 

1.     Henrique Galvão o engenheiro construtor do lastro da E. F.O. M. à Divinópolis;

2.     Manoel Gomes D`Almeida que passou a chamar Manoel Gomes Carregal, primeiro chefe das oficinas;

3.      Sr. Ribeiro de tal foi o maquinista que entrou pela primeira vez no Distrito do Espírito Santo, oficialmente com uma locomotiva da E.F.O.M. trazendo o trem de passageiros, no dia 30 de abril de 1890;

4.     Sr. Aroldo de tal, construtor da usina hidrelétrica da E.F.O.M. em 1915, era natural da Letônia.

5.     Firmino Gabriel, telegrafista da estrada de ferro que recebeu a mensagem em 1911 que ao Arraial do Espírito Santo, havia sido emancipado com o nome de Vila de Henrique Galvão.

6.     Tivemos outros nomes na história de Divinópolis ligados à ferrovia que não podem ser esquecidos como: Sr. Cândido Januário Valério, trabalhou na usina e nas oficinas; José Martins Lara foi chefe do Depósito da E.F.O.M.; senhores João Califórnia, Alberto Januário Valério, Davi Guerra, Adelino Gomes dos Santos, foram maquinistas; José Domingos era eletricista e Sr. Antônio da Costa Rangel como chefe das oficinas da ferrovia, em substituição ao Sr. Carregal que havia falecido, João Morato de Faria, que construiu duas locomotivas em Divinópolis. 

 

1893 – Os Srs. Antonio da Costa Pereira e José Vieira da Silva montam a primeira padaria no Distrito do Espírito Santo.

Neste mesmo ano o Sr. Antonio C. Pereira monta o primeiro hotel perto da estação, o Hotel Pereira. 

É criada a primeira escola feminina no Distrito.

 

1895 – Padre Audêncio Benicio Terra assume a Freguesia.

 

 

 

 

1899 – Padre Inácio Campos assume a Freguesia.

 

 

 

 

SÉCULO XX

 

1905 – É criado o primeiro destacamento policial,

Neste ano assume a Freguesia o Padre Miguel Kerdoly Dias Maciel.

 

1906 – No sobrado onde hoje é o Museu Municipal funcionou a primeira seção cinema no Distrito do Espírito Santo.

Neste mesmo ano assume a Paróquia o Padre Inácio Gonçalves de Araújo.

 

1907 – Padre Manoel Maria da Silva assume a Freguesia.

 

1910 – Em julho deste ano foi montada a primeira maquina de beneficiar arroz no arraial, de propriedade do Sr. Augusto Machado Gontijo.

Ainda neste ano, chega àquele que ainda pequeno beirando os 12 anos, tinha deixado o arraial ir estudar e se tornar um homem respeitado. Ele Pedro Xavier Gontijo, que sendo filho de Itapecerica lutou para que a nossa cidade fosse emancipada de sua terra natal.

 

 

 

 

1911 – Chega a essa localidade o Primeiro Dentista Formado, Dr Francisco Ribeiro de Carvalho (Chico Diabo)

 

1911 – Com a volta do então farmacêutico Pedro X. Gontijo que procurou abrir aqui sua farmácia procurou com seu dinamismo a desenvolver a idéia de elevação do Arraial de Henrique Galvão à Vila. Como era seu estilo procurou logo homens empreendedores para o trabalho que havia proposta, trabalhou para vinda de seu colega de estudo e movimento universitário, aquele que era chamado pela alcunha de Chico Diabo, o dentista Francisco Ribeiro de Carvalho. Alem deste, trabalhou também para a vinda do Padre Matias Lobato, que lado a lado iniciaram o verdadeiro mutirão para ganhar adeptos para reforçar a idéia de liberdade. Juntaram-se a eles Antônio Olimpio de Morais, Major Francisco Machado Gontijo (o Patriarca como era chamado), José Nogueira Guimarães, João Severino de Azevedo, Manoel Antônio de Almeida, Osório Alvarenga, Adolfo Machado Gontijo, Aristóteles Epifânio Pereira, Joaquim Coelho da Fonseca e Francisco Xavier Cançado.

Em 1º de abril deste mesmo ano, chaga no Arraial Padre Matias Lobato para assumir a Freguesia do Divino Espírito Santo.

Ainda em 1911 o decreto 7.423, de 27 de maio de 1909, foi cumprido e modificou o trajeto original da estrada de ferro de bitola de metro, ligando Belo Horizonte à Estrada de Ferro Goiás, que antes passaria por Alberto Isacson (hoje São Gonçalo da Para), para que pudesse passar por Henrique Galvão (Divinópolis). O traçado original era Itaúna, Alberto Isacson(hoje S. Gonçalo do Para), Serra das Perobas e Santo Antônio do Monte; passou a ser Itaúna, Henrique Galvão(hoje Divinópolis), Serra Negra e Santo Antônio do Monte.

Assim sendo a linha de Belo Horizonte a Divinópolis foi inaugurada em 1º de Julho de

1911 juntamente foi inaugurada também a ponte metálica de 50 metros de vão do sistema Warren, de estrado inferior.

 

Os nomes de que nossa terra já possuiu, até chegar ao nome atual:

“Itapecerica”;

“Passagem da Itapecerica”;

“Paragem da Itapecerica”;

“Espírito Santo da Itapecerica”;

“Arraial do Espírito Santo do Itapecerica”;

“Arraial do Espírito Santo”

“Distrito do Espírito Santo”.

“Vila de Henrique Galvão”

“Vila de Divinópolis”

“Divinópolis”.

No dia 30 de agosto deste ano foi criado o município com o nome de Vila de Henrique Galvão, pela lei nº 556 e marcada as eleições municipais para o dia 31 de março de 1912.

 

1912 – O dia 1º de junho é consagrado o dia da independência de nosso município pela posse da Edilidade Municipal, assim constituída:

 

Presidente...............Cel. Antônio Olimpio de Morais

Vice Presidente......Adolfo Machado Gontijo

Secretário..............José Nogueira Guimarães

E os demais vereadores João Severino de Azevedo, José Rodrigues Viegas, Manoel Antônio de Almeida e Octávio Machado Gontijo.

Com a posse dos vereadores foi declarada oficialmente a instalação da Vila de Henrique Galvão.

E em 30 de setembro foi mudado o nome da Vila de Henrique Galvão para Vila de Divinópolis.

No dia 03 de abril inicia-se a construção das oficinas da E.F.O.M..

 

1913 – Foi elaborada a primeira planta com o traçado atual a pedido de Antônio Olimpio de Morais, pelo engenheiro da E.F.O.M., Dr. Berredo, que foi oficialmente aprovada em 21 de junho de 1914, com a denominação das Praças e Ruas.

Chega em Divinópolis, o primeiro automóvel, comprado por Antonio O. Morais, Otávio machado Gontijo, Sinfrônio Gontijo da Silva e Gustavo Gulart.

Neste mesmo ano chega à primeira família protestante em Divinópolis, era o Sr. Virgilio Braga e sua família que eram da Igreja Presbiteriana, causando um grande constrangimento junto a Igreja Católica, não aceitando outra religião na Vila. Como a história de nossa terra nos revela o seguinte:

“A Igreja Católica, até então exclusivista na condução das almas e das ovelhas, sentiu que perdia terreno e podia se marginalizar. A luta começou assim: de um lado quem ganhava terreno, do outro quem perdia.”

Neste mesmo ano é construído o prédio de Câmara Municipal, que com sua demolição deu lugar ao Fórum Dr. Manoel de Castro e hoje a Câmara Municipal.   

 

1914 – Em 08 de março Viana e Viana, inauguram o Cine Viana, o primeiro cinema de Divinópolis.

Neste mesmo ano Adriano de Almeida Maurício monta uma pequena fábrica de fogos, em 1º de Junho é inaugurado o prédio da Câmara Municipal de Divinópolis na Rua São Paulo, onde atualmente funciona em outro prédio construído no mesmo local.

Em 23 de setembro deste mesmo ano chegam a Divinópolis os primeiros membros de uma Igreja Batista, eram eles Lauro Carlos Ferreira, Manoel Elesbão da Silva e Osório Ferreira; neste mesmo ano é editado o jornal “A Prova” o primeiro jornal oficial do Município.

 

1915 – A Vila de Divinópolis é elevada à categoria de cidade

No princípio deste ano é inaugurada a usina hidrelétrica da Estrada de ferro.

Em abril é inaugurada as Oficinas da Estrada de Ferro, sob o comando de Manoel Gomes Carregal, com seu falecimento assume o comando das oficinas o Sr Antônio da Costa Rangel.

Em setembro deste ano Castro Papa & Cia., instala uma pequena serraria, que depois passou para J. Rabelo que foi a primeira indústria do complexo.

Neste mesmo mês, Silva & Coimbra montam uma pequena fábrica de sabão.

Balila Seni monta uma fabrica de bombons.

No dia 23 de novembro começa a construção da Santa Casa

 

1916 – No dia 22 de fevereiro foi inaugurada a nova Estação da E. F. O. M., onde hoje é instalada a “Estação da Cultura”.

No dia 23 de agosto, é realizada a primeira conferencia protestante (Batista) no antigo Hotel Pereira, esquina da Rua do Comércio com Praça da Estação.

Neste mesmo ano chega à terra do Divino o polêmico João Manoel Ferreira Pena.

 

1917 – Em janeiro instala-se a fábrica de cerveja de Gino & Irmão.

Em morre no dia 25 de junho, em estado mentalmente lastimável em São João del Rei, o Padre Matias Lobato.

 

1918 – Foi inaugurada a Santa Casa no dia 11 de maio, e no dia 21 de abril deste ano foi inaugurado o Grupo Escolar Padre Matias Lobato.

 

1919 – Dia 02 de abril de 1919, o Pastor Henrique Edwin Cockell chega a Divinópolis, para ser o primeiro pastor evangélico Batista na cidade.

Em 27 de julho é organizada a Primeira Igreja Batista em Divinópolis e lançada a pedra fundamental do templo Batista.

 

1920 – Sr. Antônio da Costa Rangel que havia substituído na chefia das oficinas da E. F. O. M., que neste ano comanda a construção das duas primeiras locomotivas a vapor em Divinópolis.

Ainda neste referido ano, no dia 11 de novembro foi inaugurada a luz elétrica em Divinópolis e no Arraial do Cajurú, pelo Dr. Fernando Gomes.

Dia 22 de outubro é inaugurado o primeiro Posto de Saúde de Divinópolis, que recebeu o nome de “Posto de Higiene”.  

 

1922 – No dia 22 de abril houve a solenidade de inauguração do Templo da Primeira Igreja Batista, que erra o prédio mais moderno e bonito de Divinópolis, com a presença de autoridades locais e batistas de B. Horizonte, localizado onde hoje está o Ed. Casta Rangel.

No dia 27 de julho do referido ano foi assassinado o Presidente da Câmara Municipal de Divinópolis, o Sr. Isauro Ferreira, conforme relato histórico..

 

1923 – No dia 09 de janeiro deste ano, foi organizada a primeira Loja Maçônica de Divinópolis, que recebeu o nome Loja Maçônica Estrala do Oeste de Minas.

O Distrito de Santo Antônio dos Campos (Ermida) é incorporado ao município de Divinópolis.

Neste mesmo ano o ensino de Divinópolis no dia 12 de maio fica mais pobre, pois neste dia faleceu aos 59 anos de idade, o Prof. Francisco José Dias.

 

1924 – Neste ano, chegaram a Divinópolis os Franciscanos.

Neste mesmo ano nasce em Estrela do Indaiá Nilo Maciel o farmacêutico prático e industrial que podemos dizer ser um verdadeiro divinopolitano de coração; depois de revolucionar a indústria na cidade no dia 13 de maio de 1968, faleceu em Belo Horizonte.

 

1925 – Em agosto foram instaladas a primeira fundição de ferro e bronze, e “Mecânica J. Rabelo & Cia.”, iniciando assim o grande complexo J. Rabelo.

No final deste ano os irmãos “Miñava” compraram aquele que seria o primeiro ônibus coletivo o famoso “GRIZU”, que pertenceu posteriormente à Lucas Ferreira Pena.

 

1926 – É interditado o Cemitério do Rosário e liberado o Cemitério do centro.

Neste ano chega a Divinópolis, um dos maiores divinopolitanos adotivos o Sr. Halim Souki.

Neste ano, é inaugurado o “Grêmio Literário Pedro X. Gontijo”.

Ainda neste ano inaugura-se também a primeira linha de ônibus de Divinópolis, o famoso “GRIZU”, de propriedade de Dr. Lucas Pena.

 

1927 – No dia 10 de junho deste ano, pelo decreto nº. 146, a Câmara Municipal concedeu gratuitamente o terreno para que os Franciscanos construíssem o Convento e o Santuário de Santo Antônio.

No dia 24 de novembro do referido ano o projeto de autoria do vereador Jovelino Rabelo Costa, que se tornou a Lei 158 de 13 de setembro de 1927, autorizou a divisão em lotes para venda, da Praça Municipal, que ficava entre as Ruas Rio de Janeiro e São Paulo e as Avenidas independência (Antônio O. Morais) e Primeiro de junho.

 

1929 – Em abril deste ano foi criada a “Liga de Instrução”, composta de 25 pessoas interessadas em criar uma “Escola Normal”.

Em novembro deste ano é inaugurada a escola, e seu primeiro Diretor foi Pedro X. Gontijo, o idealizador do projeto.

E neste ano no dia 29 de agosto foi inaugurado definitivamente o Cemitério, no alto da Rua Minas Gerais.

Em novembro Falece o Patriarca Francisco Machado Gontijo.

 

1930 – Em 11 de janeiro é inaugurada a primeira fábrica de manteiga e gelo de Divinópolis pelo Sr. Antônio Altivo.

É inaugurada também a primeira linha de ônibus intermunicipal, entre Divinópolis e Bom Despacho.

Em 14 de outubro deste ano instaurou a famosa revolução de 30, e que terminou em 24 de novembro de 1930 com o fim da velha republica. E o então Interventor de Minas Olegário Maciel, nomeou o farmacêutico Pedro Xavier Gontijo como o primeiro  prefeito, após dissolver o Poder Legislativo.

 

1931 – Em fevereiro deste ano sob o Decerto nº. 9.954, foi criada em Divinópolis a Usina de Álcool Motor, a primeira usina de álcool combustível das Américas (era produzido o álcool da mandioca) sua produção começou em 1934.

No dia 31 de janeiro deste ano o Sr Antônio da Costa Rangel, aposenta na E. F. O. M..

 

 

 

 

1932 – Em 09 de julho deste ano foi instaurada a revolução de 1932.

Este foi o ano em que Divinópolis parou, pois no dia 29 de julho morre o grande benfeitor e aquele que, pode se dizer o maior patrimônio de nossa terra ele: Antônio Olimpio de Morais, o primeiro Presidente da Câmara Municipal, com o cargo de executivo.

 

 

 

 

1933 – Em 13 de agosto do referido ano foi festivamente é instalado o Hospital Nossa Senhora Aparecida, junto a Santa Casa iniciada por Padre Matias Lobato em 1915.

 

1934 – Em 02 dezembro foi inaugurada a Usina do Gravatá e, é instalada em Divinópolis na Avenida Primeiro de Junho em frente à loja de Sertório de Moraes, a primeira bomba de álcool motor que se tem notícia na América Latina.

 

1935 – É criada a Comarca de Divinópolis que foi instalada em 03 de maio de 1936.

 

1936 – No dia 11 de março houve exoneração do cargo de Prefeito Municipal de Divinópolis, por decreto do Governador Benedito Valadares o não polemico Pedro X. Gontijo, e nomeando o Dr. Antônio Gonçalves de Matos (Dr. Didi) como o novo Prefeito Municipal.

 

 

 

 

1937 – No dia 16 de janeiro deste ano foi autorizado o ajardinamento da Praça da Estação, pela Resolução de n.º 2 e o Decreto Lei n.º 30, mudando o nome da referida Praça para “Benjamin Constant”.

É também inaugurada a (FITED) Fiação e Tecelagem de Divinópolis, a primeira fábrica de tecidos da cidade.

No dia 16 de março deste ano, foi organizado o centro espírita “Centro Redentor”.

 

 

 

 

 1938 – Neste ano é inaugurada a e estrada de rodagem que ligava Divinópolis à Para de Minas e Belo Horizonte.

 

1939 – É iniciada a construção da ponte de cimento sobre a Cachoeira Grande no Rio Itapecerica (Ponte do Niterói) pala Construtora Marques & Meirelles de Belo Horizonte, e a Praça Benjamin Constat (Hoje Praça X. Gontijo, onde o Pronto Socorro).

No final desta década princípio da década de 1940, João Morato de Faria comanda a construção das locomotivas a vapor da Rede Mineira de Viação (RMV) de números 339 e 340. 

 

1940 – Foi inaugurada neste ano a referida Ponte do Niterói, e a primeira empresa de ônibus a fazer o trajeto Divinópolis /Belo Horizonte foi a Viação Cruzeiro do Sul. O proprietário desta empresa era o Sr. Pedro K. Gontijo, filho do Sr. X. Gontijo.

 

1941 –  Neste  ano, Dr. Didi cuidando da educação principalmente rural edita o Decreto Lei nº. 51 criando três vagas para professores rurais, em novembro.

Ainda neste mesmo ano a RMV, procurando investir em novas tecnologias. Sob a liderança de Oswaldo Fernandes da Costa, um grupo de ferroviários que era formado pelos seguintes profissionais das oficinas: João Morato de Faria, Eleázaro Ferreira Filho (Seu Lazico), Pedro Ferreira, Antônio dos Santos Dâmaso (Santinho) Agostinho Simões, Lauro Carlos Ferreira e outros, dispuseram a lutar para que em Divinópolis tivesse uma escola profissionalizante. O chefe das oficias da RMV, Sr. Cristino da Costa Melo e o Eng. Belmiro Pires Amarantes, abraçaram a idéia. E com muita luta, conseguiram junto à diretoria da estrada de ferro, junto ao Centro de Ensino Formação e Orientação Profissional de São Paulo (CEFOP), precursor do SENAI a instalação da primeira Escola Profissional da RMV em solo mineiro, sendo aqui em Divinópolis.  O termino das atividades da escola se deu em 1972, e em 1980 foi criada a Escola Técnica do SENAI.   

 

1942 – Em fevereiro o prefeito municipal procura melhorar as ruas de nossa cidade editando leis sobre construção de meios-fios, sarjetas e passeios em nossas ruas.

Ainda em dezembro deste ano cria nas localidades de Bocaina a “Escola Rural Olimpio Vasconcelos” e no povoado de Ponte Funda a “Escola Rural Isauro Ferreira”.  

Em abril deste ano è fundada a Companhia Mineira de Siderúrgica (CMS) a pioneira das siderúrgicas da cidade.

 

1943 – Na data de 21 de janeiro do referido ano houve uma grande enchente, que os moradores da época a classificaram de maravilhosa, bela e trágica.

 

 

 

 

1944 A Companhia Mineira de Siderurgia, colhia a sua primeira corrida de ferro, e neste ano que houve o termino da construção do Santuário de Santo Antônio.

 

 

 

 

1945 – Foram criados cargos de professores e as escolas rurais de Buritis, Olaria, Mata Lagoa e Santo Antônio dos Campos, e as escolas com as denominações de “Francisco Machado Gontijo, Frei Orlando, Candidés, Severino Ferreira dos Santos e a própria de Santo Antônio dos Campos”.

È organizado o Divinópolis Tênis Clube (DTC).

 

1946 – No dia 04 de agosto deste ano é organizada em Divinópolis a ABFD (Associação Beneficente dos Ferroviários de Divinópolis). Seu primeiro presidente foi o ferroviário Firmino Pereira de Aguiar.

 

1947 – Jovelino Rabelo é eleito em eleições livres como o primeiro prefeito em eleições livre na terra do Divino, tendo como vice o farmacêutico Sr. Raimundo Ferreira da Silva.

Em seu governo deu-se o termino do antigo viaduto do Porto Velho.

É iniciada a construção da Usina do Gafanhoto para abastecer a Cidade Industrial de Contagem, Betim, Belo horizonte; bem como sistema da rede de eletrificação para o trem elétrico de Divinópolis/Belo Horizonte, iniciou-se a construção do Aeroporto Brigadeiro Cabral.

Nesta década de 1940 tivemos também a criação de Ginásio São Geraldo, que foi o exemplo de colégio em Divinópolis, capitaneado pelo Professor Martin Cyprien..

Nesta referida década Divinópolis foi agraciado com a “Medalha e Monção Honrosa”, na Exposição do Centenário da Independência do Brasil – RJ.

 

1948 – No dia 11 de outubro deste ano, às vésperas das eleições, morre Francisco Gontijo Azevedo, o conhecido “Chico Doido” o homem que vivia a frente de todos na cidade, pois era além de farmacêutico um grande humanista e conhecedor na área intelectual. A Igreja Católica não permitiu que ele fosse sepultado dentro do Cemitério do Centro, e foi sepultado do lado de fora do cemitério do centro, só na administração de Fábio Notini na década de 1960 ,que foi corrigido essa aberração.

 

 

 

 

1949 – É autorizada pela Lei Municipal n° 87 de 30/06/49 a instalação da Biblioteca Pública Municipal de Divinópolis.

É inaugurado o Viaduto do Porto Velho.

 

 

 

 

1950 – Neste ano houve a mais contestada das eleições municipais de nossa Divinópolis. De um lado pelo partido PSD era candidato Dr. Didi e do outro pela UDN Dr. Sebastião Gomes Guimarães. A UDN venceu pela diferença de 41 votos, que não são aceitos até hoje, pelos pessedistas da época, que alegam fraude, pois nos maiores reduto do PSD, a UDN saiu vencedora.

 

1952 – Neste ano deu-se a criação da ACID – “Associação Comercial e Industrial de Divinópolis”.

No dia 12 de dezembro do referido ano a bordo da locomotiva elétrica de número 905, o então Governador de Minas Juscelino Kubtscheck de Oliveira, a qual foi seu piloto (maquinista) fez sua vigem experimental de Angicos a Divinópolis.

 

1953 – É fundada, a “Companhia Siderúrgica e Cimento Portland Pains”. (Sid. Pains), hoje Siderrugica Gerdal.

 

1954 – É organizada a Cooperativa Agropecuária de Divinópolis e neste ano também houve o lançamento da pedra fundamental da Sid. Pains.

 

1955 – É fundada a FAFID – “Faculdade de Filosofia e Letras de Divinópolis” hoje FUNED – UENG, pelos professores Carlos Altivo e José Dias Lara.

 

 

 

 

1956 - Neste ano foi criada a Companhia Telefônica de Divinópolis, sob a direção dos primeiros diretores: Sr. José Marques da Silva, Rosenwald Hudson de Oliveira e Dilo Meireles, funcionando com 500 terminais, que em 1976 foi encampada pela Telemig. 

 

 

 

 

1957 – É criada pela Lei municipal n° 406 de 09/0957, novamente a Biblioteca Pública Municipal.

 

 

 

 

1957 – É criado o Museu Histórico de Divinópolis pela Lei 407, do dia 25 de abril do referido ano, mas não chegou a se instalar.

No de maio deste ano deu-se o início da demolição da Capela do Rosário construída em1850, e juntamente o Cemitério do rosário construído em 1875. Hoje no local esta o Mercado Municipal, sendo prefeito Dr. Luis Fernandes de Souza..

 

1959 – O médico Dr. Waldemar Rauch, funda o Hospital Santa Lúcia.

Neste ano a Igreja Católica instala a Diocese de Divinópolis.

Ainda neste ano houve a destruição do maior Cartão Postal de Divinópolis, para construção da Rodoviária na Praça da Estação, hoje no local existe o Pronto Socorro. 

 

1960 – Inaugura-se a Biblioteca Pública Municipal de Divinópolis.

Foi construído o primeiro arranha-céu de Divinópolis, ele o “Edifício do Ercílio” na Rua Goiás, com cinco andares e elevador.

 

 1962 – Foi construída a sede da Rodoviária e Prefeitura de Divinópolis, onde hoje existe o Proto Socorro Regional, desfazendo assim o verdadeiro cartão postal de nossa terra.

No dia 08/07 deste ano é feita a primeira cesariana em Divinópolis no Hosp. N. Aparecida (Santa Casa), pelos médicos Dr. Sebastião Nunes e Dr. Achiles Giovanardi, sendo a mãe D. Altiva do Carmo Gomes e a criança Sandra Maria Gomes.

 

1965 – É inaugurado o Hospital São Judas Tadeu.

Também neste ano criada a Faculdade de Direito do Oeste de Minas (FADOM), sob a direção de Dr. Carlos Altivo, Dr. Hélio Lopes Ribeiro, Dr. Altamiro Santos, Dr. João Meira de Aguiar e Dr. Iracy Pereira Manata.

No dia 08 de setembro deste ano Divinópolis ficou órfã, pois faleceu o pai da cidade ele, Pedro Xavier Gontijo.

 

1965 – Foi demolido o Convento de Santo Antônio para a construção do novo prédio do convento.

 

 

 

 

1968 – No dia 1º de junho e inaugurado o Hospital São João de Deus e em 1º de junho de 1972, foi inaugurado o C.T.I., do hospital.

 

1969 – É Organizada a FACED – “Faculdade de Ciências Econômicas de Divinópolis”.

 

1972 – Instala-se o centro Industrial Coronel Jovelino Rabelo, no Icaraí.  

Em 17 de janeiro é implantado o primeiro marca passo cardíaco em Divinópolis e região no Hosp. S. João de Deus.

 

1973 – No dia 28 de maio do citado ano, com o apoio da Academia Divinopolitana de Letras (ADL), o Prof. Jadir Vilela de Souza foi quem idealizou montou o Centro Histórico de Divinópolis. Sua instalação se deu no coreto da Praça D. Cristiano,que posteriormente veio a ser o Museu Histórico de Divinópolis.

 

 

 

 

1974 – Nodia 26 de maio deste ano foi inaugurado o relógio de sol da Praça Candidés.

 

1975 – É criada da Fundação Cidade Universitária (CIDU).

 

1977 – Construção do atual Viaduto do Porto Velho.

A instalação da COPASA em Divinópolis.

No referido ano no dia 14 de março Divinópolis perde aquele que X. Gontijo chamava de o homem de nossa pré-história ele, Antônio Gontijo Azevedo.

 

1980 – Inauguração do Conjunto Habitacional Danilo Passos.

 

1981 – É inaugurado pelo Prefeito Municipal Dr. Fábio Botelho Notini o Quartel do Corpo de Bombeiro em Divinópolis.

 

1982 – No dia 26 de abril do ano em curso, o Prefeito Municipal Fábio Notini, sancionou a Lei Nº. 1782 declarando de interesse Público e Histórico e Artístico o casarão da Praça Dom Cristiano.

Neste mesmo ano assume a Prefeitura o vice Prefeito Galileu Machado, substituindo Fabio Notini que se afastou por motivo de saúde.

No dia 07 de junho começou a demolição do sobrado, causando uma indignação e revolta da população, o que causou a paralisação dos trabalhos desta idéia nefasta. Mesmo assim o Prefeito emana a Lei Nº. 1846 de 03 de dezembro, revogando as Leis anteriores e implanta a urbanização da Praça.

 

1983 – Com a eleição de Aristides Salgado para Prefeito, no dia 03 de dezembro do supracitado ano é revogada a Lei Nº. 1.782, com a Lei N. 1894 resgatando assim a Lei N. 1782 de abril de 1982.

 

1986 – No dia 31 de maio com muita festa foi inaugurado o Museu Histórico de Divinópolis, mostrando assim mais uma vitória do povo e da cultura de Divinópolis.

 

1987 – É instalado o primeiro Banco de Olhos em Divinópolis (H.S.J.D.)

 

 

 

 

1988 – No dia 10 de novembro é inaugurado o novo terminal Rodoviário pelo Prefeito Dr. Fábio Notini, que foi desprezado posteriormente pelo novo prefeito Galileu Teixeira Machado, que só em 1993, voltou a funcionar; no dia 15 de dezembro do citado ano, sob a Lei Nº. 2456 è tombado o prédio onde hoje abriga o museu, sendo prefeito Aristides Salgado.

 

1989 – No dia 11 de janeiro deste ano, Divinópolis parou, pois perdeu aquele que era considerado a pai dos pobres. Falece Dr. Sebastião Gomes Guimarães. 

 

1990 – No dia 10/03 é inaugurado o Departamento de Nefrologia do H. São João de Deus.

 

1992 – Sob o decreto nº 33328 de janeiro de 1992 do Governador de Minas Gerais, foi criado, o 23º batalho de Polícia Militar de Minas Gerais, e instalado no dia 14 de fevereiro do mesmo ano.

É inaugurado o FORUM Dr. Manoel de Castro Santos.

 

1993 – Entrou em funcionamento o Pronto Socorro, Junto ao Hospital São João de Deus.

 

1995 – É instalada a Câmara Municipal, em sua nova sede à Rua São Paulo – Centro.

 

1996 – Entra em funcionamento o Centro Federal de Educação de Minas Gerais

– CEFET. Entra em funcionamento a Rodoviária “Joaquim Martins Lara”.

 

1998 – Entra em funcionamento a sede da Prefeitura Municipal de Divinópolis, na Rua Pernambuco.

 

1999 – No dia 22/11 foi inaugurado o “CTI Infantil/Neonatal”, também neste ano o prédio da Estação Ferroviário da Praça Pedro X. Gontijo passou a sediar a Secretaria Municipal de Cultura.

 

SÉCULO XXI

 

 

 

 

2000 – É instalada a Universidade de Alfenas – UNIFENAS, campos de Divinópolis.

 

2002 – No dia 1° de junho foi inaugurado o Hospital do Câncer de Divinópolis.

 

2008 – Dia 20 de junho deste ano foi inaugurada as dependências da Universidade Federal de S.J.del Rei Campus Dona Lidú em Divinópolis.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Arquivo Público Municipal

Azevedo e Azevedo. Da História de Divinópolis: Graphilivros Editores Ltda, 1988.

BARRETO, Lázaro. Memorial de Divinópolis; História do Município Divinópolis: Serfor, 1992.

FERREIRA, Elizeu. Divinópolis, Rastros e Pegadas. Divinópolis: Editor Express Artes Gráficas, 2006.

GONTIJO, Pedro Xavier. História de Divinópolis. 2º ed. Divinópolis: Gráfica Sidil 1997

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